PARTE II
O NUPECSO está sempre em movimento. As Ciências Sociais não permitem outra atitude. neste sentido, o engajamento das pessoas que compõem o NUPECSO com o seu grupo étnico-racial, apesar de não tratarem da temática da condição do negro no Brasil, a mantém viva através da elaboração de projetos. O primeiro deles foi sobre a análise das cotas raciais na Universidade Estadual do Piauí (UESPI), o qual resultou na publicação de artigos e capítulos acadêmicos. Neste momento, estamos na empreitada de elaborar juntamente com amigos professores e colaboradores das comunidades quilombolas um projeto de Curso (o de Ciências Sociais) para todos e todas os negros e as negras quilombolas do Piauí. Não tem sido fácil, não pela construção coletiva com as comunidades quilombolas e o movimento negro, mas sobretudo, pelos novos saberes que se agregam a cada dia.
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
A sociedade é constituída por pessoas e grupos com interesses os mais diversos, geralmente estes moldam a personalidade e o comportamento de nós pessoas; neste sentido somos egoístas, racistas, xenófobo, sexistas, homofóbicos, desonestos, mascarados e, por outro lado, pode-se ser extremamente anormal: sincero, honesto, humano, pacífico, amável, respeitar o outro. O fato é que todas estes aspectos tem muito haver com o que pesquisamos, tem a haver coma nossa vida. Por reconhecer que não podemos e nem devemos eliminar as pessoas que não tem as características que desejamos é que temos que compreender como isto se processa, não no campo psicológico, mas no campo socioantropológico. O NUPECSO com as temáticas propostas para estudo neste período anual é motivado pela compreensão de ações de pessoas, as imaginamos hipoteticamente, tem como um dos seus condicionantes alguns elementos sociais, culturais e políticos.
O trabalho que mais toma nossa atenção é o ethos policial. Neste período a investigação é bibliográfica, mas faremos uma incursão a Portugal para melhor entender como duas sociedades (a portuguesa e a brasileira) que tiveram instituições policiais na mesma origem, a Guarda Nacional Republica e a Polícia Militar tem resultados tão distintos na atuação de suas forças policiais. Além disso, perceber como a estrutura do sistema policial (português e brasileiro), com a inserção de forças policiais distintas e com papeis distintos podem demonstrar avanços e retrocessos em sociedades democráticas no século XXI.
O segundo tema é o da religiosidade. Esta capacidade humana de criar formas de reconhecimento de nossa eternidade ou para alguns de ludibriar a morte tem resultado em comportamentos individuais, a espiritualidade. Estes seres espiritualizados adotam crenças nunca ortodoxas capazes de adaptarem á sua subjetividade; por outro lado, nós os religiosos, adotamos regras institucionais, lugares, grupos em torno de uma crença. Tanto um como outro nos constitui, reforça nossa identidade no mundo, nos faz viver a segunda vida, a cultural.
A terceira temática é resultado de uma preocupação com a escola. A incivilidade e a indisciplina tem sidos desafios que a sociedade e a escola tem enfrentados após o colapso dos valores tradicionais, do enfraquecimento dos laços comunitários e da família e, a conseguente, perda das instancias tradicionais do monopólio de influencia nos valores das crianças e adolescentes.
Compreender grupos e pessoas no século XXI é um desafio que se faz com algumas atitudes:
1) Conhecendo. Ler é essencial
2) Observando. Viver e experienciar junto com o que se deseja conhecer
3)Registrar. Não se pode deixar escorregar pelos olhos, ouvidos e dedos a menor partícula de novidade que nos vem.
4) Sistematizar. O mundo vem aos nossos sentidos, temos que ter uma forma de organizar tudo isto.
5) Analisar. Inútil será coletar a novidade do mundo e não saber o que está a desvelar e, a partir disso, fazer projeções, se for o caso.
Prof. José da Cruz Bispo de Miranda
Coordenador do NUPECSO
O trabalho que mais toma nossa atenção é o ethos policial. Neste período a investigação é bibliográfica, mas faremos uma incursão a Portugal para melhor entender como duas sociedades (a portuguesa e a brasileira) que tiveram instituições policiais na mesma origem, a Guarda Nacional Republica e a Polícia Militar tem resultados tão distintos na atuação de suas forças policiais. Além disso, perceber como a estrutura do sistema policial (português e brasileiro), com a inserção de forças policiais distintas e com papeis distintos podem demonstrar avanços e retrocessos em sociedades democráticas no século XXI.
O segundo tema é o da religiosidade. Esta capacidade humana de criar formas de reconhecimento de nossa eternidade ou para alguns de ludibriar a morte tem resultado em comportamentos individuais, a espiritualidade. Estes seres espiritualizados adotam crenças nunca ortodoxas capazes de adaptarem á sua subjetividade; por outro lado, nós os religiosos, adotamos regras institucionais, lugares, grupos em torno de uma crença. Tanto um como outro nos constitui, reforça nossa identidade no mundo, nos faz viver a segunda vida, a cultural.
A terceira temática é resultado de uma preocupação com a escola. A incivilidade e a indisciplina tem sidos desafios que a sociedade e a escola tem enfrentados após o colapso dos valores tradicionais, do enfraquecimento dos laços comunitários e da família e, a conseguente, perda das instancias tradicionais do monopólio de influencia nos valores das crianças e adolescentes.
Compreender grupos e pessoas no século XXI é um desafio que se faz com algumas atitudes:
1) Conhecendo. Ler é essencial
2) Observando. Viver e experienciar junto com o que se deseja conhecer
3)Registrar. Não se pode deixar escorregar pelos olhos, ouvidos e dedos a menor partícula de novidade que nos vem.
4) Sistematizar. O mundo vem aos nossos sentidos, temos que ter uma forma de organizar tudo isto.
5) Analisar. Inútil será coletar a novidade do mundo e não saber o que está a desvelar e, a partir disso, fazer projeções, se for o caso.
Prof. José da Cruz Bispo de Miranda
Coordenador do NUPECSO
sexta-feira, 22 de julho de 2016
Atualmente, o grupo de pesquisa Nupecso, trabalha com quatro projetos de pesquisa e extensão, com as seguintes temáticas:
1- Religiosidade, espiritualidade e educação.
2- A gestão das escolas militarizadas em Teresina.
3- O ethos policial e a arquitetura organizacional das forças policiais em Portugal e no Brasil.
4- Incivilidade e Indisciplina: desafios da escola contemporânea.
1- Religiosidade, espiritualidade e educação.
2- A gestão das escolas militarizadas em Teresina.
3- O ethos policial e a arquitetura organizacional das forças policiais em Portugal e no Brasil.
4- Incivilidade e Indisciplina: desafios da escola contemporânea.
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
A CREDIBILIDADE DAS
INSTITUIÇÕES POLICIAIS NO PIAUÍ
José da
Cruz Bispo de Miranda
Professor
do Curso de Ciências Sociais na UESPI
O Ministério da Justiça (MJ)
através da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), o
Centro de Estudos da Criminalidade e Segurança Pública (CRISP) da
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e o DataFolha realizaram
entre o período de junho de 2010 a outubro de 2012 a Pesquisa
Nacional de Vitimização com o objetivo de descobrir o grau de
confiança da população nas instituições policiais, especialmente
as responsáveis pelo policiamento ostensivo preventivo e pelos
procedimentos judiciários. Destaca-se na citada pesquisa a situação
das polícias do Estado Piauí, a Militar e a Civil.
As polícias Militar e a Civil
aparecem na pesquisa com um dos menores graus de confiança
atribuídas às policiais brasileiras. No caso da Polícia Militar e
Civil apenas 15,2% e 12,4%, respectivamente, da população
pesquisada tem confiança nessas Instituições. A Polícia Civil tem
uma posição superior apenas aos estados Roraima, Amazonas e Pará.
Iniciamente cabe esclarecer o
que é uma pesquisa de vitimização. A pesquisa busca descobrir qual
o percentual da população, ou seja, pessoas que sofreram algum tipo
de delito e não prestaram denúncia à policia, em sua maioria
crimes de ação pública condiconada, o qual depende da ação da
vítima para se iniciar um procedimento policial e / ou judiciário:
furto, roubo, ofensas, discriminação, agressão sexual e outros.
Estes delitos não denunciados à policia compôem o quadro de cifras
ocultas, ou seja não constam nos dados das instituições do sistema
de justiça criminal. O que se pergunta é por que nossas
instituições policiais estão tão desacreditadas? Por que as
pessoas vítimas de crimes não prestam denúncia à polícia?
A primeira resposta que vem à
tona é que a polícia não está capacidade para resolver o seu
problema ou mesmo iniciar a investigação policial. Esta percepção
é reproduzida tendo em vista os inúmeros boletins de ocorrência
que não transformados em procedimentos para informações
preliminares e / ou inquéritos policiais, muitas vezes no próprio
atendimento na delegacia o policial acusa a vítima de ser a
responsável pelo próprio delito. Esta situação respinga na
polícia militar que é levada a resolver problemas sem levá-los ao
distrito policial. O quadro abaixo indica bem essa situação.
QUADRO - ROUBOS
EM TERESINA, 2010 E 2011.
|
ROUBOS
|
TOTAL
|
|
|
ANOS
|
||
|
2010
|
2011
|
|
|
1110
|
1129
|
2239
|
|
1695
|
2133
|
3828
|
|
1190
|
1044
|
2234
|
|
1646
|
1614
|
3260
|
|
1010
|
990
|
2000
|
|
6651
|
6910
|
13561
|
Fonte: Secretaria da
Segurança Pública (SSP)/Delegacia Geral de Polícia Civil
O Quadro apresenta
dados referentes aos roubos fornecidos pela Secretaria da Segurança
pública. Os números dos roubos são expressivos e, a elevação dos
números é uma constância e os mecanismos policiais evidenciam
perda de eficiência das ações no enfrentamento em Teresina.
Por que as ações policiais não têm resultado na
ocorrência de delitos em Teresina? São vários os motivos,
escolhemos destacar neste trabalho o policiamento. Muitos podem se
antecipar que o policiamento precisa de recursos humanos e materiais
para ser eficiente; outros dirão que o policial deve ir para rua
motivado, com salário digno; não sem sentido, não faltarão
aqueles que indicarão a formação. Pensar e fazer a segurança
pública são atividades complexas e elas não se esgotam na
efetivação de uma ou de outra ação, deve ser encarada em sua
totalidade.
O trabalho com
segurança pública evidencia que antes de pensar em mais policiais
deve-se diagnosticar, planejar, executar, controlar e avaliar as
ações policiais, essas atividades são difíceis de serem
realizadas por um contingente de profissionais que estão dia a dia
nas ruas, agindo reativamente às atividades criminosas, mesmo que a
atividade seja preventiva e ostensiva.
A segunda resposta que pode ser
dada é a falta de confiança nos policiais e em suas instituições.
Essa situação é constatada quando se verifica o percentual da
população brasileira que conhece alguns canais de denúncia de
crimes praticados por bandidos e por policiais e o percentual
daqueles que não usam. No caso do Central de Emergência (190),
92.1% conhece, mas apenas 29,9% usou; a Cooregedoria de Polícia,
46,7 conhece, mas utlizou desse serviço 2,1% da população
pesquisada.
O que se pode concluir desses
dados é que as policiais brasileiras precisam de investimentos, mas
apenas investimentos não vai melhorar a qualidade dos serviços
prestados ao cidadão. Eles devem vir acompanhados de uma reforma
estrutural na segurança pública. O Fórum Brasileiro de Segurança
Pública(FBSP) tem provocado debates quanto à restruturação das
policiais e, como resultado foi produzida no Congresso Nacional a
Proposta de Emenda Constituciona nº 51 (PEC 51). Esta Emenda traz a
trasnformação dos ciclos fracionados de nossas policiais para o o
ciclo completo, a desmilitarização e a possibilidade de constituir
competência por territórios e / ou por tipos infrações. Sem estas
transformações as nossas policiais por mais que se esforcem não
conseguirão prestar serviços de qualidade à população.
sábado, 12 de outubro de 2013
POLICIAMENTO EM TERESINA (1ª PARTE)
POLICIAMENTO
EM TERESINA (PRIMEIRA PARTE)
José da Cruz Bispo de Miranda
Professor da UESPI
Desde 2001
estudamos a temática da segurança pública, especialmente as forças policiais.
Em nossa primeira incursão nos estudos sobre a polícia, tivemos como objeto a
polícia civil e seu processo de formação, no período de 2000 a 2001. Depois
desta investigação centramos a nossa preocupação na formação policial, quer da
civil ou da militar.
O processo
desses estudos nos fez questionar o impacto de alguns procedimentos que
deveriam ser rotina na atividade policial, mas no caso específico das nossas
policiais (as do Estado Piauí), em nossa opinião, são ausentes, quando muito,
inconsistentes e assistemáticos.
Escolhermos,
como objeto de pesquisa, em nossa atual pesquisa, “o policiamento na cidade de
Teresina, no período de 2010 e 2011”. (É bom lembrar que paralelo a esta
pesquisa desenvolvemos investigações nas temáticas da indisciplina,
incivilidade e violência na escola e, mais recentemente, sobre a
desmilitarização das polícias, esta última decorre dos estudos sobre a formação
policial) Para isso, além de conhecimento bibliográfico sobre policiamento
ostensivo, faz-se necessário conhecer os números dos crimes na cidade de
Teresina no período citados, além disso, tentar encontrar alguma regularidade
ou não desses índices por região e tipo de crime.
As pesquisas
(não apenas esta) são de cunho antropológico e sociológico, com viés qualitativo,
ou seja, buscamos responder às questões suscitadas a partir da coleta das
opiniões, dos valores, das práticas sociais e culturais. Coleta realizada pela
observação, pela observação participante, com auxílio do registro; pelo
questionário aberto ou semiestruturado; pela entrevista livre ou
semiestruturada.
É relevante o
fato de que, apesar da importância dos dados oficiais coletados nos momentos
das visitas às instituições, é imprescindível a familiaridade com o espaço do
objeto da pesquisa (ou sujeito da pesquisa), uma vez que as opiniões, os
valores e a práticas sociais devem ser coletadas no ambiente dos sujeitos da
pesquisa. Esses dados são interpretados a partir do referencial teórico pautado
na elaboração e na contextualização do problema, que em nada pode ser destoante
das técnicas da pesquisa. Sobre a análise, ocorre após uma primeira leitura dos
dados; a organização dos mesmos e sua interpretação.
Com isso
tentar investigar que tipo de policiamento foi executado no período estudado e,
se possível, descobrir que critérios foram utilizados para a escolha desse tipo
de policiamento nas regiões e associar o tipo de policiamento aos crimes mais
regulares em determinada região e; por último verificar se o uso da análise
criminal poderia sugerir um policiamento mais especializado, tendo em vista a
garantia dos direitos civis dos teresinenses.
Os
dados sobre os índices de crimes, especialmente homicídios e roubos (a
Delegacia Geral de Polícia Civil nos ofereceu, via solicitação formal, números
de homicídios, roubos, furtos latrocínios, no período de 2010 e 2011) foram
organizados por distritos, coube-nos organizá-los por região. Os dados da
Delegacia Geral da Polícia Civil divergem dos que são coletados pelo Ministério
da Justiça, isso se deve, em muitos casos à metodologia e concepção do seja
homicídio ou mesmo à mudança da qualificação do registro que pode ser
modificado no processo instrucional. Basta lembrar que em 2012, a Secretaria
dos Direitos Humanos, da Presidência da República criou norma que institui a
tipologia de homicídio a toda morte, antes tipificada como “resistência seguida
de morte” ou lavrada sobre outra nomenclatura.
Não
é objeto desta pesquisa as peças inquisitórias (os inquéritos policiais), nem
mesmo se abertura deles são proporcionais aos boletins de ocorrência ou aos
crimes de ação pública condicionada e pública, muito menos quantos desses
inquéritos foram transformados em peça acusatória no sistema judiciário.
O quadro
abaixo é um instrumento que nos auxiliará a ver como a polícia policiou a
sociedade teresinense tem do em vista a garantia de seus direitos fundamentais.
QUADRO
1 - HOMICÍDIOS E ROUBOS EM TERESINA, 2010 E 2011.
|
|
HOMICÍDIOS
|
Total
|
ROUBOS
|
Total
|
||
|
2010
|
2011
|
2010
|
2011
|
|||
|
Norte
|
29
|
29
|
58
|
1110
|
1129
|
2239
|
|
Sul
|
57
|
52
|
109
|
1695
|
2133
|
3828
|
|
Leste
|
14
|
15
|
29
|
1190
|
1044
|
2234
|
|
Sudeste
|
47
|
65
|
112
|
1646
|
1614
|
3260
|
|
1º
DP
|
4
|
4
|
08
|
1010
|
990
|
2000
|
|
Total
|
151
|
165
|
316
|
6651
|
6910
|
13561
|
Fonte: Secretaria da
Segurança Pública (SSP)/Delegacia Geral
de Polícia Civil
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
ATIVIDADE DE ANTROPOLOGIA I
ATIVIDADE PARA A AULA DO DIA 23.08.2013
LEITURA DO TEXTO: CIÊNCIA COMO CULTURA - Edward Burnett Tylor
e do texto O ESCOPO DA ANTROPOLOGIA SOCIAL, de James George Frazer
LEITURA DO TEXTO: CIÊNCIA COMO CULTURA - Edward Burnett Tylor
e do texto O ESCOPO DA ANTROPOLOGIA SOCIAL, de James George Frazer
Programa de Antropologia I
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ -UESPI
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS – CCHL
COORDENAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS – CCSO
DISCIPLINA: ANTROPOLOGIA I (60h) – 2013.2
Prof. Dr. José da Cruz Bispo de Miranda
EMENTA:
As
perspectivas Evolucionista e Difusionista. As grandes rupturas: o conceito de
cultura em Boas e a transição do pensamento antropológico. A Escola
Culturalista americana. O trabalho de campo e a observação participante na
abordagem sincrônica da sociedade. A Escola Francesa: o fato social, as
categorias de entendimento e a obrigatoriedade da cultura.
OBJETIVO:
Introdução ao pensamento
antropológico – teoria, método e objeto – e estudo de suas primeiras correntes
teóricas.
PROGRAÇÃO DO CURSO
UNIDADE I – Antropologia, objeto e definições do campo.
- Antropologia como campo de conhecimento
- Cultura e Sociedade Humana na perspectiva evolucionista
UNIDADE II – Funcionalismo e Antropologia Cultura Norte-Americana
- Crítica ao paradigma evolucionista
- Etnografia: Funcionalismo e a perspectiva culturalista norte-amaericana
UNIDADE III – Marcell Mauss, o Ensaio sobre o Dom e Gilberto Freire:
Casa- Grande e Senzala.
METODOLOGIA
A
disciplina será ministrada através de aulas dialogadas, grupos de trabalhos,
seminários, exposição de filmes. Na sequencia das aulas teremos oportunidades
de reavaliar a metodologia e os textos propostos para a disciplina.
AVALIAÇÃO
Avaliação discente
durante a disciplina será realizada de forma processual e somatória. A primeira
consiste em acompanhar o discente nos debates em sala de aula, participações em
grupos de trabalho e atividades coletivas e individuais proposta pelo professor
da disciplina. A disciplina tem três avaliações com nota de 0 a 10, sendo a
primeira e a segunda dissertativa e, a terceira será atribuída à atividade
desenvolvida em seminário ou atividade coletiva proposta pelo professor da
disciplina
BIBLIOGRAFIA
FRAZER, James George. O escopo da
antropologia social. Celso Castro (Org.) Evolucionismo
Cultural. Textos de Morgan, Tylor e Frazer. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,
2009
FREIRE, Gilberto. Casa-Grande e Senzala. São Paulo:
Circulo do Livro, 1990.
BOAS, Franz. A mente do ser humano primitivo. Petrópolis: Vozes, 2010.
___________. Antropologia cultural. Rio de Janeiro: Zahar, 2006.
DURKHEIM, Émile. As formas elementares da vida religiosa:
o sistema totêmico na Austrália. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
MALINOSWSKI, Bronislaw. Crime e Costume na Sociedade Selvagem.
Brasília: EUnB, 2008.
MAUSS, Marcel. Sociologia e antropologia. São Paulo:
Cosac Naify, 2005.
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